meu mural

Pesquisar no blog

Loading

Seja você também um seguidor do blog ACE Priscila & Amigos

GRUPO ORGULHO EM SER ACE & ACS BRASIL

GRUPO ORGULHO EM SER ACE & ACS BRASIL
GALERA, PARTICIPEM DO GRUPO ORGULHO EM SER ACE & ACS BRASIL

barra social

Mostrando postagens com marcador mnas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mnas. Mostrar todas as postagens

4 de janeiro de 2012

Preso sem provas: Agente de saúde permanece preso a mais de dois meses em São Paulo


Prisão em flagrante irregular aconteceu há mais de dois meses.
Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

A Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde do Brasil – MNAS, manifesta solidariedade ao trabalhador preso injustamente e a todos os seus familiares e amigos. Conforme reportagem vinculado pela Rede Globo de Televisão, o agente de saúde da Prefeitura de São Paulo, Michel Silveira, de 26 anos, foi preso injustamente e passou a festa de fim de ano encarcerado, longe da família. “Você não espera uma coisa dessa pra o seu filho. Pra um filho bom, não”, fala a mãe do preso, Eliane. A prisão ocorreu a mais de dois meses.

O agente de saúde foi visto na rua pela vítima de um assalto, que procurou a polícia e disse que ele era o autor do crime. Contudo, no dia do roubo, Michel Silveira, estava trabalhando no subúrbio de São Paulo. As gravações da câmeras de segurança do posto de saúde onde ele trabalha comprova a impossibilidade de ter sido ele o autor do roubo. No dia da ocorrência Michel participou de um curso com outros colegas de trabalho.

“Ele estava com a gente no ambiente fechado. Todo mundo é testemunha que ele estava presente no evento,” comentou o colega de trabalho, Rogéria Vasconcelos.

Em análise aos fatos, identificou-se uma serie de falhas no inquérito policial. A prisão foi considerada em flagrante nove dias depois do assalto. A justiça negou os pedidos de liberdade para Michel nessa fase do processo em que cabe o remédio processual Habeas Corpus. Segundo a reportagem, no último pedido de liberdade, o desembargador Camilo Léllis justificou que não há ilegalidade na prisão. Em consequência do recesso do judiciário o mérito do habeas corpus somente será analisado na próxima semana.

Clique aqui e veja o vídeo da reportagem!

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)
Seja voluntário da MNAS, Clique aqui e nos envie o seu cadastro!
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Jornal dos ACS e ACE: bit.ly/MNASJornal
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs 
No Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=88080356 
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude 
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum

Leia Mais…

29 de novembro de 2011

Manifesto Contra o Fechamento do Centro de Transplante de Medula Óssea do HEMOPE / CTMO


Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

Assine o abaixo-assinado aqui!
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Amanhã, as 9h. haverá mobilização dos amigos da Associação dos Amigos do Transplante de Medula Óssea Contra o Fechamento do Centro de Transplante de Medula Óssea do HEMOPE / CTMO

Local: Próximo ao HEMOPE e na frente do Hospital do Servidor, na Av. Rosa e Silva.
Contato:  Liliane Peritore ATMO (81 ) 3226-9508 / 9989-1601 / 9989-1601
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

ATMO - Associação dos Amigos do Transplante de Medula Óssea entidade civil devidamente constituída e reconhecida pelo Governo do Estado de Pernambuco e pelo Município do Recife como entidade de utilidade publica, toma conhecimento da decisão do Governo do Estado de Pernambuco em fechar o Centro de Transplante de Medula Óssea do Hemope, e tendo tido acessoas razões para tal fechamento, vem a sociedade pernambucana externar o seu inconformismo com tal decisão, visto que a nota oficial expedida pelo Governo do Estadual para fundamentar o fechamento do CTMO não contem informações corretas sobre a real situação do transplante de medula no Estado, trazendo informações equivocadas e tendenciosas, visto que o objetivo maior da referida nota é tentar passar para a sociedade a noção de que o CTMO representa um estorvo para as finanças da saúde de Pernambuco, entretanto os números postados na indigitada nota oficial por se só não se sustentam, face a aberração aritmética ali contida, visto ser impossível se admitir que um transplante de medula óssea possa causar aos cofres estaduais a cifra de R$700.000,00 (setecentos mil reais) A informação é absurda, mas é dessa forma que o Governo Estadual pretende obter o apoio da sociedade para impor MORTE SÚBITA AO CTMO do HEMOPE.

O Governo Estadual ao tentar decretar a morte súbita do CTMO, mas não consegue disfarçar o real motivo para dito desmonte, na verdade sem ter uma política definitiva de transplante de medula óssea para o Estado, o Governo tenta de toda as formas PRIVATIZAR A SAÚDE do Estado, sem dá opção a sua população, os exemplos são grandes hospitais e UPAS, construídas com recursos públicos, mas administradas por O.S ( Organizações Sociais). Essa política perversa de privatização, é um retrocesso, pois além de não proporcionar o fortalecimento dos servidores de saúde, ainda delega ao particular uma das mais importantes atribuições do poder publico que é a promoção da saúde. Não nos esqueçamos que a iniciativa privada visa o lucro, e essa é a sua única razão de existência, o lucro, diferentemente do Estado que constitucionalmente é responsável pela promoção da saúde em todas as formas.

A morte súbita do CTMO anunciada pelo Governo Estadual, pode ser considerada um erro médico, pois ao longo de quase 10 anos o CTMO do HEMOPE, como centro publico de transplante do norte e nordeste, é referência nesse setor e hoje apesar de sucateado pelas ausências de politicas especificas para transplante de medula óssea, possui uma equipe especializada de profissionais (43), que agindo de forma comprometida tornou o CTMO uma referencia no seguimento.

Não esqueçamos, que a cerca de 2 anos o Governo do Estadual anunciou o aumento do número de leitos no Estado, que hoje tem um deficit de 21 (vinte e um) leitos. O anuncio de aumento de leito foi reafirmado em abril deste ano com muito alarde e pirotecnia, mas de forma contraditória, o governo optou em decretar a morte do CTMO, sem dá qualquer opção ao paciente que já esta na lista de espera aguardando o seu transplante. E qual será o destino desse paciente? A MORTE.

ATMO, através de suas atribuições estatutárias promoveu ao longo de sua existência, 6 anos, o incremento do número de doadores de medula óssea, mas esse esforço é neutralizado a partir do momento que o Estado não dá a sua conta partida no oferecimento de leitos para transplante.
A sociedade pernambucana não aceita a decisão do Governo do Estado em decretar a MORTE SÚBITA DO CTMO HEMOPE, e vem a publico pedir o engajamento de todos os seguimentos sociais, população, poder legislativo, poder judiciário e sociedade civil organizada para que ao invés do fechamento do CTMO HEMOPE, o Governo do estado estabeleça politica clara e diretrizes objetivas para a questão do transplante de medula óssea em Pernambuco.

Atenciosamente,

Gilberto Nascimento de Castro
Presidente da ATMO
Petição Publica: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N16356


Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)
Seja voluntário da MNAS, Clique aqui e nos envie o seu cadastro!
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Jornal dos ACS e ACE: bit.ly/MNASJornal
Site da Mobilização dos ACS e ACE: www.agentesdesaude.xpg.com.br
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs 
No Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=88080356 
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude 
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum


Fonte na web: www.atmo.org.br

Leia Mais…

19 de novembro de 2011

Brasileira cria medicamento inovador contra a obesidade


Renata Pasqualini esteve recentemente no Brasil para apresentar sua nova técnica de "código postal biológico".[Imagem: MDAnderson]
Redação do Diário da Saúde
Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

A equipe de uma pesquisadora brasileira que trabalha nos Estados Unidos desenvolveu uma rota totalmente nova para medicamentos anti-obesidade.

As tentativas de tratamento da obesidade têm-se focado predominantemente em drogas destinadas a suprimir o apetite ou aumentar o metabolismo.

Mas todas têm esbarrado nos efeitos colaterais danosos.

Renata Pasqualini e seus colegas da Universidade do Texas (EUA) estão focando outra rota, que usa uma espécie de "código de endereçamento postal" sanguíneo para atacar as células de gordura.

Novo medicamento contra a obesidade

A nova droga, chamada Adipotide, age sobre o tecido adiposo branco, o nome científico para o tipo não-saudável de gordura que se acumula sob a pele e ao redor do abdômen.

Cientistas descobrem gordura boa
O novo medicamento age destruindo seletivamente o suprimento de sangue do tecido adiposo.

Macacos obesos que tomaram a nova droga perderam em média 11% do seu peso corporal após quatro semanas de tratamento.

O índice de massa corporal (IMC) e a circunferência abdominal (cintura) também foram reduzidos, enquanto todas as três medidas mantiveram-se inalteradas em macacos sem tratamento, que serviram como referência.

Houve também uma diminuição substancial da gordura corporal entre os animais tratados.

Gordura sem alimento

"O desenvolvimento deste composto para uso humano pode se tornar uma forma não-cirúrgica para reduzir realmente a gordura branca acumulada, em contraste com os atuais medicamentos para perda de peso, que tentam controlar o apetite ou impedir a absorção de gordura da dieta," comentou Renata.

O novo medicamento liga-se a uma proteína na superfície dos vasos sanguíneos que abastecem a gordura, chamada proibitina.

A seguir, um peptídeo sintético desencadeia a morte celular.

Sem suprimento de sangue, as células de gordura são reabsorvidas e metabolizadas.

Código postal biológico

Este estudo apresenta o segundo medicamento desenvolvido usando uma técnica de mapeamento vascular criado pelo laboratório de Renata.

A técnica é chamada de "CEP biológico".

Renata Pasqualini esteve recentemente no Brasil para apresentar sua nova técnica.

Medicamento inteligente usa CEP biológico para encontrar doença
Ela e seus colegas descobriram que os vasos sanguíneos são mais do que "canos" uniformes e constantes para servir o sistema circulatório.

Na verdade, os vasos sanguíneos diferem, dependendo do órgão ou tecido que eles abastecem, com células específicas em cada "endereço".

Isto criou a possibilidade de criar medicamentos que vão corretamente para os endereços desejados dentro do corpo, usando o tal CEP biológico.

Leia Mais…

15 de novembro de 2011

Abaixo-assinado REAJA CONTRA O FECHAMENTO DO CTMO DO HEMOPE!



Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

Assine a petição agora, clique aqui!

Precisamos de seu apoio nessa luta!

Para: GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO, MINISTÉRIO DA SAÚDE, Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados - Brasília Esplanada dos Ministérios – Edifício Premium torre II - 2º andar - Sala 202 – CEP: 70.070-600 E SENADOR HUMBERTO COSTA /SENADO-DF


Lute pelo não fechamento do CTO (Centro de Transplante de Medula Óssea) do HEMOPE!Assine esse abaixo assinado virtual, para que possamos demonstrar nossa indignação e nosso esforço na LUTA PELA VIDA. Acompanhe, na íntegra, matéria divulgada em 04/11/2011 pelo JC ON LINE:


HOSPITAL DE SERVIDORES 
Centro de transplante de medula fecha porta


Único serviço público de alta complexidade, a unidade, que atende em média 16 pacientes por semana, fez mais de 70 procedimentos em 10 anos
Publicado em 04/11/2011, às 08h20
Do JC Online


Desamparo e indignação resumem o momento vivido por pacientes e funcionários do Centro de Transplante de Medula Óssea do Hemope (CTMO) quando souberam, nesta quinta-feira (3), que as atividades no local serão encerradas no dia 1º de dezembro. Em funcionamento no Hospital dos Servidores do Estado, na Avenida Rosa e Silva, Zona Norte do Recife, o espaço atende, em média, 16 pacientes por semana e já realizou mais de 70 transplantes ao longo dos seus 10 anos de existência. Os pacientes que necessitam de atendimento antes e depois do transplante temem pelo futuro após o fechamento do espaço.


Enfermeira há 22 anos, Ana Luiza Pinheiro, 51, teve leucemia e foi transplantada em 2008. Hoje, o câncer estacionou. Sua luta agora é para atenuar as conse-quências do excesso de medicamentos que ela precisa administrar para não haver rejeição. "Fiz minha cirurgia em São Paulo, mas todo o acompanhamento pós-transplante foi aqui, no CTMO. As medicações me deixaram depauperadas. Com o fechamento do centro vamos para onde? Seremos acompanhados por quem?", questionou a aposentada.


Preocupado com a recuperação da esposa, Severino Correia, 45, recebeu com tristeza e preocupação a notícia sobre o fechamento do centro. "Vão tirá-la de um lugar onde ela já conhece a equipe e o tratamento para levá-la a outro espaço que ainda não sabemos onde será. É como se não fosse suficiente o sofrimento causado pela doença, ainda temos que passar por essa situação", desabafou Severino.


A responsável técnica pelo CTMO, Érika Coelho, explicou que para suprir a atual demanda por transplantes de medula óssea no Estado seriam necessários 31 leitos. Hoje, existem nove: três no centro do Hemope e seis credenciados ao Sistema Único de Saúde, no Hospital Português. "Não tivemos apoio institucional, nem estadual para realizar os procedimentos. Dependemos de profissionais, de medicamentos. Desde 2008, estamos sofrendo com perdas de profissionais, falta de material, de incentivo mesmo."
Ainda, leia na íntegra, também carta denúncia publicada no site www.doemedula.webnode.com.br (da ACDM):


"DENUNCIA 


Espero realmente, como eleitora que sou, que chegue ao conhecimento do
senador Humberto Costa, e de toda sociedade pernambucana esse registro de
indignação e pedido de auxílio.


Sou servidora pública há 27 anos, Cristina Botelho é o meu nome e venho
denunciar um absurdo que a saúde pública e o SUS, que tanto defendemos, acaba
de sofrer em nosso estado. Estou há 5 anos trabalhando no CTMO - Centro de
Transplante de Medula Óssea - Hemope. Por determinação do secretário de saúde,
a partir de 30 de novembro estarão encerradas as atividades deste centro que é
o único serviço público, de alta complexidade e competência técnica e que ao
longo dos seus 10 anos de existência vem sendo sucateado até chegar ao absurdo
de fechar as portas.


No estado que necessita de 31 leitos e conta apenas com 09, 03 em nossa
unidade e 06 leitos credenciados ao SUS no hospital Português ao invés de
ampliar o nº de leitos, incompreensivelmente reduz. No ano de 2006, quando a
equipe de profissionais estava completa, quando não faltavam insumos, materiais
e medicações, fomos capazes de realizar 17 transplantes de medula óssea, além
de manter a assistência ambulatorial e em hospital-dia dos já transplantados e
dos que estavam na lista de espera, que hoje retém 70 pacientes do
direito ao tratamento por
falta de leito.


Desde 2008 vínhamos sofrendo perdas de profissionais, seja por fim de
contrato temporário, seja por falta de concurso público, chegamos a um deficit
significativo que em 2008 inviabilizou a realização de TCTH - transplante de
células tronco-hematopoética, onde apenas um retransplante foi realizado.
Sujeito as falhas de gerenciamento e a falta de uma política de saúde
em nossa área, encontramo-nos a deriva. Somos 43 profissionais
especializados, uma pequena unidade equipada e o nosso maior
patrimônio, nossos pacientes, para quem existimos, completamente
abandonados pelos que deveriam
dar-nos a mão e fortalecer um serviço que tem condições, vontade e competência
de ampliar suas atividades e atender com dignidade conterrâneos e pacientes de
outros estados do nordeste que sequer têm centro transplantador. O que falar
dessa situação? Como justificar essa decisão? O que será dos nossos pacientes?
Nada, além de que o serviço foi extinto, foi-nos dito. O que pensar de um
gestor que não questiona o secretário e obedientemente, se cala, dizendo
que a causa é política e não administrativa. Prestem atenção, hoje foi o CTMO,
amanhã a onco-hematologia, depois o Hemope se descaracteriza por
completo.


Qual o ganho para a população desta decisão? Sabemos que instituições
privadas estão buscando credenciamento junto ao SUS para disponibilizar leitos.
Ótimo, precisamos mesmo ampliar a oferta e certamente este serviço, patrocinado
pelo SUS, não traz prejuízo, caso contrário a iniciativa privada jamais
adotaria, evidentemente. Estão senador, não quero crer que o sucateamento do
aparelho público tenha o objetivo de beneficiar a iniciativa privada ou será
que estou iludida? Essa causa não pode ser de um grupo de profissionais, de
pacientes e familiares. Essa causa é de todo cidadão brasileiro que trabalha
para o direito à saúde de qualidade ao povo brasileiro, em especial, aos nossos
representantes políticos, concorda comigo?


A situação é de extrema urgência, aguardo sinceramente um retorno do
senhor. Utilizo a rede social para divulgar o ocorrido, os pacientes convocaram
a mídia escrita e televisionada amanhã para um manifesto em nossa unidade e
acredito que algo de muito melhor para os pacientes e profissionais venha a
surgir. Lembro agora que há 2 anos o projeto era de ampliação da unidade,
transferindo-a para o hospital do câncer( existe inclusive planta baixa da
área,já definida), com 10 leitos o que nos deixou felizes pelo reconhecimento e
valorização desta tão importante área de especialização na saúde.


Encerro aqui essa denúncia, mais do que um desabafo, reafirmo minha
indignação por esse desrespeito, descaso e absurdo com a população frágil,
doente e órfã de gestores comprometidos com o bem-estar e saúde do nosso povo."


CONTAMOS COM SUA AJUDA E APOIO!

Leia Mais…

Abaixo-assinado REAJA CONTRA O FECHAMENTO DO CTMO DO HEMOPE!



Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

Assine a petição agora, clique aqui!

Precisamos de seu apoio nessa luta!

Para: GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO, MINISTÉRIO DA SAÚDE, Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados - Brasília Esplanada dos Ministérios – Edifício Premium torre II - 2º andar - Sala 202 – CEP: 70.070-600 E SENADOR HUMBERTO COSTA /SENADO-DF

Lute pelo não fechamento do CTO (Centro de Transplante de Medula Óssea) do HEMOPE!Assine esse abaixo assinado virtual, para que possamos demonstrar nossa indignação e nosso esforço na LUTA PELA VIDA. Acompanhe, na íntegra, matéria divulgada em 04/11/2011 pelo JC ON LINE:

HOSPITAL DE SERVIDORES 
Centro de transplante de medula fecha porta

Único serviço público de alta complexidade, a unidade, que atende em média 16 pacientes por semana, fez mais de 70 procedimentos em 10 anos
Publicado em 04/11/2011, às 08h20
Do JC Online

Desamparo e indignação resumem o momento vivido por pacientes e funcionários do Centro de Transplante de Medula Óssea do Hemope (CTMO) quando souberam, nesta quinta-feira (3), que as atividades no local serão encerradas no dia 1º de dezembro. Em funcionamento no Hospital dos Servidores do Estado, na Avenida Rosa e Silva, Zona Norte do Recife, o espaço atende, em média, 16 pacientes por semana e já realizou mais de 70 transplantes ao longo dos seus 10 anos de existência. Os pacientes que necessitam de atendimento antes e depois do transplante temem pelo futuro após o fechamento do espaço.

Enfermeira há 22 anos, Ana Luiza Pinheiro, 51, teve leucemia e foi transplantada em 2008. Hoje, o câncer estacionou. Sua luta agora é para atenuar as conse-quências do excesso de medicamentos que ela precisa administrar para não haver rejeição. "Fiz minha cirurgia em São Paulo, mas todo o acompanhamento pós-transplante foi aqui, no CTMO. As medicações me deixaram depauperadas. Com o fechamento do centro vamos para onde? Seremos acompanhados por quem?", questionou a aposentada.

Preocupado com a recuperação da esposa, Severino Correia, 45, recebeu com tristeza e preocupação a notícia sobre o fechamento do centro. "Vão tirá-la de um lugar onde ela já conhece a equipe e o tratamento para levá-la a outro espaço que ainda não sabemos onde será. É como se não fosse suficiente o sofrimento causado pela doença, ainda temos que passar por essa situação", desabafou Severino.

A responsável técnica pelo CTMO, Érika Coelho, explicou que para suprir a atual demanda por transplantes de medula óssea no Estado seriam necessários 31 leitos. Hoje, existem nove: três no centro do Hemope e seis credenciados ao Sistema Único de Saúde, no Hospital Português. "Não tivemos apoio institucional, nem estadual para realizar os procedimentos. Dependemos de profissionais, de medicamentos. Desde 2008, estamos sofrendo com perdas de profissionais, falta de material, de incentivo mesmo."
Ainda, leia na íntegra, também carta denúncia publicada no site www.doemedula.webnode.com.br (da ACDM):

"DENUNCIA 

Espero realmente, como eleitora que sou, que chegue ao conhecimento do
senador Humberto Costa, e de toda sociedade pernambucana esse registro de
indignação e pedido de auxílio.

Sou servidora pública há 27 anos, Cristina Botelho é o meu nome e venho
denunciar um absurdo que a saúde pública e o SUS, que tanto defendemos, acaba
de sofrer em nosso estado. Estou há 5 anos trabalhando no CTMO - Centro de
Transplante de Medula Óssea - Hemope. Por determinação do secretário de saúde,
a partir de 30 de novembro estarão encerradas as atividades deste centro que é
o único serviço público, de alta complexidade e competência técnica e que ao
longo dos seus 10 anos de existência vem sendo sucateado até chegar ao absurdo
de fechar as portas.

No estado que necessita de 31 leitos e conta apenas com 09, 03 em nossa
unidade e 06 leitos credenciados ao SUS no hospital Português ao invés de
ampliar o nº de leitos, incompreensivelmente reduz. No ano de 2006, quando a
equipe de profissionais estava completa, quando não faltavam insumos, materiais
e medicações, fomos capazes de realizar 17 transplantes de medula óssea, além
de manter a assistência ambulatorial e em hospital-dia dos já transplantados e
dos que estavam na lista de espera, que hoje retém 70 pacientes do
direito ao tratamento por
falta de leito.

Desde 2008 vínhamos sofrendo perdas de profissionais, seja por fim de
contrato temporário, seja por falta de concurso público, chegamos a um deficit
significativo que em 2008 inviabilizou a realização de TCTH - transplante de
células tronco-hematopoética, onde apenas um retransplante foi realizado.
Sujeito as falhas de gerenciamento e a falta de uma política de saúde
em nossa área, encontramo-nos a deriva. Somos 43 profissionais
especializados, uma pequena unidade equipada e o nosso maior
patrimônio, nossos pacientes, para quem existimos, completamente
abandonados pelos que deveriam
dar-nos a mão e fortalecer um serviço que tem condições, vontade e competência
de ampliar suas atividades e atender com dignidade conterrâneos e pacientes de
outros estados do nordeste que sequer têm centro transplantador. O que falar
dessa situação? Como justificar essa decisão? O que será dos nossos pacientes?
Nada, além de que o serviço foi extinto, foi-nos dito. O que pensar de um
gestor que não questiona o secretário e obedientemente, se cala, dizendo
que a causa é política e não administrativa. Prestem atenção, hoje foi o CTMO,
amanhã a onco-hematologia, depois o Hemope se descaracteriza por
completo.

Qual o ganho para a população desta decisão? Sabemos que instituições
privadas estão buscando credenciamento junto ao SUS para disponibilizar leitos.
Ótimo, precisamos mesmo ampliar a oferta e certamente este serviço, patrocinado
pelo SUS, não traz prejuízo, caso contrário a iniciativa privada jamais
adotaria, evidentemente. Estão senador, não quero crer que o sucateamento do
aparelho público tenha o objetivo de beneficiar a iniciativa privada ou será
que estou iludida? Essa causa não pode ser de um grupo de profissionais, de
pacientes e familiares. Essa causa é de todo cidadão brasileiro que trabalha
para o direito à saúde de qualidade ao povo brasileiro, em especial, aos nossos
representantes políticos, concorda comigo?

A situação é de extrema urgência, aguardo sinceramente um retorno do
senhor. Utilizo a rede social para divulgar o ocorrido, os pacientes convocaram
a mídia escrita e televisionada amanhã para um manifesto em nossa unidade e
acredito que algo de muito melhor para os pacientes e profissionais venha a
surgir. Lembro agora que há 2 anos o projeto era de ampliação da unidade,
transferindo-a para o hospital do câncer( existe inclusive planta baixa da
área,já definida), com 10 leitos o que nos deixou felizes pelo reconhecimento e
valorização desta tão importante área de especialização na saúde.

Encerro aqui essa denúncia, mais do que um desabafo, reafirmo minha
indignação por esse desrespeito, descaso e absurdo com a população frágil,
doente e órfã de gestores comprometidos com o bem-estar e saúde do nosso povo."

CONTAMOS COM SUA AJUDA E APOIO!

Leia Mais…

27 de outubro de 2011

Conheça a nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)



Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

O Ministério da Saúde acabou de publicar uma nova Política Nacional de Atenção Básica, em substituição à edição de 2006. A nova PNAB manteve muito da anterior, e consolidou as mudanças que ocorreram desde então, como os NASF, as equipes de Saúde da Família ribeirinhas, o Programa Saúde na Escola, e a recente flexibilização da carga horária médica nas equipes de Saúde da Família, que abordei em minha apresentação da semana passada.

No campo conceitual, a PNAB mantém a Saúde da Família como a estratégia recomendada para a “atenção básica”, que é como o Ministério da Saúde chama a atenção primária à saúde. Mas, ao invés de falar apenas em “médico” nas equipes de Saúde da Família, fala em “médico generalista ou especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade”.

Além disso, a nova PNAB já nasce consciente da conformação do SUS em redes de atenção à saúde, que dão um destaque maior à importância (e à complexidade do trabalho) da atenção primária à saúde, e por isso mesmo são consideradas mais adequadas para enfrentar as doenças não transmissíveis. Vale lembrar que os médicos de família e comunidade são especialistas em atenção primária à saúde, e justamente por isso são fundamentais no controle das doenças não transmissíveis.

As redes de atenção à saúde (como a Rede Cegonha) são o tipo de mudança que sempre acontece mais no papel do que na prática. Mesmo assim, já estamos caminhando nesse sentido há alguns anos, e a tendência é disso ser uma realidade cada vez maior. A maior dificuldade está no fato de que, enquanto alguns serviços são administrados pelos municípios, outros são administrados pelos estados.

E por falar em estados, a nova Política Nacional de Atenção Básica afirma que os estados deverão participar do financiamento da atenção primária à saúde — hoje em dia o dinheiro dos estados está nos hospitais e centros reginais de especialidade, quando muito. Essa já é uma discussão de vários meses, e a PNAB não estabeleceu valores, então não dá para saber o resultado prático para 2012.

O PACS foi renomeado para estratégia, e foi considerado explicitamente uma forma de transição para a estratégia Saúde da Família. Não serão admitidas novas equipes com mais do que 12 ACS, mas as antigas (com até 30!) poderão continuar funcionando assim. Cada ACS continua sendo responsável por até 750 pessoas. Mas a maior notícia para os ACS veio mesmo foi de uma outra portaria, que exige a presença de pelo menos um ACS em cada equipe de atenção básica, mesmo se não for de Saúde da Família, como uma condição para a participação da equipe no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB).

Voltando à PNAB, ficou faltando o apoio que o Ministério da Saúde tinha prometido para a criação de um plano de carreira para os trabalhadores da Saúde da Família. Para se dedicar à atenção primária à saúde, a pessoa precisa ter estabilidade, perspectiva de melhoria da remuneração, e a possibilidade de carregar isso consigo para outro município. Espero que o assunto seja resolvido em alguma outra portaria.

Outra questão, que por enquanto também fica só na esperança, é o limite de pessoas sob os cuidados de cada equipe de Saúde da Família. Em 2006 a PNAB original já estabelecia um limite máximo de 4000 pessoas, mas desconheço qualquer município que tenha tido o repasse cortado por desrespeito a essa norma. (E olha que os médicos de família e comunidade defendem um limite de 2000 pessoas!)

A nova PNAB manteve o limite… Agora é pedir ao Papai Noel para o Ministério da Saúde começar a levar a sério suas próprias portarias.

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)
Seja voluntário da MNAS, Clique aqui e nos envie o seu cadastro!
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Jornal dos ACS e ACE: bit.ly/MNASJornal
Site da Mobilização dos ACS e ACE: www.agentesdesaude.xpg.com.br
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs 
No Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=88080356 
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude 
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum

Leia Mais…

30 de agosto de 2011

Comissão sobre piso de agentes de saúde votará requerimentos de audiência

Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

A comissão especial que analisa a definição de um piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias se reúne nesta tarde para decidir sobre o roteiro de debates nos estados. Estão na pauta requerimentos para a realização de seminário em Cuiabá (MT) e de audiência pública em Recife (PE).

A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 1.900 mensais para profissionais com formação em nível médio.

A Emenda Constitucional 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.

A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 6.

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Jornal dos ACS e ACE: www.blogmnas.official.ws
Site da Mobilização dos ACS e ACE: www.agentesdesaude.official.ws
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs
No Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=88080356
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum


Fonte na web: www2.camara.gov.br



Leia Mais…

19 de junho de 2011

Jornal de Angola: Agentes comunitários aprendem técnicas de saúde

André Brandão | Ndalatando

Coordenadora do projecto Analú Corrêa - Fotografia: André Brandão
Agentes comunitários da saúde do município do Cazengo, na província do Kwanza-Norte, estão a ser dotados, desde quinta-feira, de novas técnicas de tratamento das principais doenças, como malária, diarreias, afecções do sistema respiratório, tripanossomíase e outras patologias.
Durante o curso, com a duração de 45 dias e aulas teóricas e práticas, os agentes vão saber como lidar com questões de prevenção da saúde relacionados com as famílias, cultura, valorização do conhecimento da população, estratégia para melhorar a atenção materno infantil e outras patologias relacionadas com as crianças menores de cinco anos.
A Coordenadora provincial Técnica Geral do Projecto de Agentes Comunitários, Analú Corrêa de Sousa, disse que o principal objectivo dos agentes é levar informações úteis às casas das pessoas, para que os membros das famílias possam cuidar e melhorar as questões relacionadas com o saneamento básico, controlo dos dejectos e lixo em residências, cuidados a ter com a água, a saúde das crianças e mulheres grávidas, considerados prioritários, devido aos riscos de adoecer no período de gestação.
O projecto vai beneficiar, numa primeira fase, as populações do município de Cazengo, onde os 60 agentes comunitários vão trabalhar de forma eficiente e com qualidade dentro dos 11 bairros seleccionados nos municípios de Ndalatando, Caz, Pedreira, 28 de Agosto, Sassa um e dois, Kilembeketa, Tala-Hady, São Felipe, Banga e Chegue Vara. O Huambo foi a primeira província a beneficiar deste projecto, segundo Analú Corrêa de Sousa, referindo que nesta altura estão inseridas no programa mais de 27 mil famílias.
A responsável espera que a população do Kwanza-Norte receba bem os técnico para que eles possam fazer o seu trabalho com qualidade em todas comunidades.
“Os agentes comunitários devem empregar os recursos destinados à atenção primária na qualificação de serviços, uma directriz que o Ministério da Saúde tem afirmado ao longo dos últimos anos, estratégia de construção e reforço da atenção primária do serviço de saúde em Angola” explicou.
O chefe de Secção das Grande Endemias da direcção provincial de Saúde do Kwanza-Norte, Ernesto Panzo Bambi, pediu aos participantes para assimilarem os conhecimentos durante a formação para que possam oferecer aos cidadãos serviços de saúde de qualidade.
“O projecto vai ajudar a diminuir os riscos de contrair doenças transmissíveis, como a tuberculose, lepra, as diarreias agudas, malária e outras que atingem largamente as comunidades”, disse.

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde coordenada por Samuel Camelo

Leia Mais…
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...