

A assessora jurídica da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs), Elane Alves de Almeida, disse que a categoria vai exigir de prefeitos e de candidatos às eleições municipais de 2012 o apoio à definição de um piso salarial para os agentes. Já a presidente da entidade, Ruth Brilhante de Souza, criticou a postura do Governo que estaria “empurrando com a barriga” a discussão de um piso salarial para a categoria.
Para o coordenador da área técnica de Saúde da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Denílson Magalhães, a definição de um piso para os agentes só será possível após a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que fixa percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, estados e municípios, em tramitação na Câmara dos Deputados.
O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), presidente da Frente Parlamentar da Saúde, lembra que os municípios estão sobrecarregados, pois os estados, em grande parte, ainda não cumprem a Lei e não investem os 12% de sua arrecadação em saúde, conforme previsto na Constituição. “Com a regulamentação da Emenda 29, ficará claro o que são ações e serviços de saúde e os estados não terão mais como desviar os recursos da saúde”, explicou Perondi. O parlamentar explica que de 27 unidades de Federação, 13 ainda usam de artifícios para desviar recursos da saúde. “Eles gastam em saneamento e inativos, por exemplo, mas dizem que estão gastando com saúde”, explicou.
fonte :acs Roberto
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